quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Rosário de piscadas

- A vida, Senhor Visconde, é um pisca-pisca.
A gente nasce, isto é, começa a piscar.
Quem pára de piscar, chegou ao fim, morreu.
Piscar é abrir e fechar os olhos - viver é isso.
É um dorme-e-acorda, dorme-e-acorda, até que dorme e não acorda mais.
A vida das gentes neste mundo, senhor sabugo, é isso.
Um rosário de piscadas. Cada pisco é um dia.
Pisca e mama;
pisca e anda;
pisca e brinca;
pisca e estuda;
pisca e ama;
pisca e cria filhos;
pisca e geme os reumatismos;
por fim, pisca pela última vez e morre.
- E depois que morre - perguntou o Visconde.
- Depois que morre, vira hipótese. É ou não é?
("Memórias de Emília", Monteiro Lobato)

Sem piscar

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Do lado de cá da vida

Mãe Lilizinha do Canto B, chamada por mim às pressas, não consegue contatar Patrick Swayze. Ela acredita que seu ghost tenha contrato de exclusividade com a vidente clarividente Oda Mae Brown, que anda desaparecida das telas, do Oscar e dos conventos. Era minha tentativa desesperada de conseguir, com a ajuda do além, a senha para alguma conta milionária, e assim largar tudo e finalmente viver a vida. Quem sabe, mesmo após quase vinte anos e tantos percalços na economia, ainda tenha algo pra raspar da conta de Rita Miller, que imaginei tratar-se de uma parente distante de Morgana Jones Bronson (quando solteira, Morgana Jones Müller – entretanto, os Miller são irlandeses e os Müller, germânicos, conforme explicação filológica inquestionável de seu incansável esposo, Bronson Jr., sempre em busca das verdades onomásticas).
Tão lembrado por outros filmes, Patrick é para mim o eterno surfista gente boa e chefe da quadrilha que assaltava bancos usando máscaras de presidentes dos Estados Unidos no clássico incontestável “Caçadores de emoções”. E é o médico que ajudou pessoas carentes na Índia favelada e não global de “Cidade da esperança” (Índia que me persegue até na música desatualizada de Gilberto Gil abaixo, introduzida na letra certamente com um profundo significado espiritual que em meu apego à matéria não consigo vislumbrar).
Enquanto isso, na misteriosa Santo Amaro da Purificação, dona Canô reitera seu compromisso com a imortalidade e completa hoje seus 102 anos, perfeitamente saudável, serena, incólume, irradiando jovialidade e praticando pilates (quiçá ensaiando passos de uma Purification Dancing), como sói acontecer aos seres eternos baianos. Viva Canô! Viva a Bahia!
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Desde o tempo do carro de boi
Da época do trem motriz
Do auge dos canaviais
Tens vivido a semear a luz
A paz e o amor que tem raiz
Na Índia dos teus ancestrais
Vida cheia de momentos raros
Nesta cara Santo Amaro
Terra de doces paixões
Zeca e todas as meninas
E os meninos, quantos sinos
Quantos hinos, quantas orações
Hás de ouvir de nós
Sempre essa voz
Sempre essa voz
Sempre em tom de louvor
Nossa emoção, Canô
Nesta canção, Canô
Nossa emoção, nesta canção
Parabéns pra você, Canô
Cem anos com você, Canô
Parabéns pra você, Canô
Cem anos com você, Canô

I've had the time of my life

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Cadê o Belchior?

O rapaz latino-americano mais famoso do Ceará desapareceu. O nonsense é que ele sumiu já faz uns dois anos e só agora alguém se deu conta. Abandonou o carro no aeroporto de Congonhas, obviamente por medo de avião, e fugiu do que era seu, seguindo as paralelas dos pneus, quem sabe de volta para o interior de onde veio, quem sabe desenvolver outra veia artística numa grande cidade do hemisfério norte (nesse caso, teria ido de navio), quem sabe ainda mudou radicalmente a vida, iniciou-se com um guru hindu, pesou a alma, mudou a cor da aura e foi trabalhar como um modesto taxista em Dubai. Nada o prendia, não tinha parentes importantes, não tinha dinheiro no banco (e se juntou algum durante a carreira, deve ter gasto após tantos anos de ostracismo). Cansou de contar como viveu e resolveu apenas viver a vida (dúvida: seria tudo parte da campanha de lançamento da novela?). Bem que ele fez. E agora a plebe, insuflada pela mídia, procura-o, pede a volta do seu grande artista, jura que o viu nos lugares mais inusitados e anseia por ver novamente a luz do seu olhar. Ah! rapaz, já deves estar longe... passas praças, viadutos, nem te lembras de voltar.








Viver é melhor que sonhar

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Tempos de Kali Yuga

Tufões na Ásia. Monções no sul do Brasil. Bases americanas na Colômbia. Coisas acontecendo em Honduras (onde nunca acontece nada). Quedas de avião em toda parte. Astros pop que não são enterrados. Collor defendendo o Sarney. Pandemia de gripe. Já diziam os Puranas, texto sagrado indiano de milhares de anos:
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Haverá monarcas contemporâneos reinando sobre a Terra, reis de espírito mau e caráter violento, voltados à mentira e à perversidade. Farão matar mulheres, crianças e vacas; cobiçarão as mulheres dos outros; terão poder limitado, suas vidas serão curtas, seus desejos insaciáveis; gentes de vários países, unindo-se a eles seguirão seus exemplos; e, sendo poderosos os bárbaros, sob a proteção dos príncipes, e afastadas as tribos puras, perecerá o povo. A riqueza e a piedade diminuirão dia a dia, até que o mundo se depravará por completo; a classe será conferida unicamente pelos haveres; a riqueza será a única fonte de devoção; a paixão o único laço de união entre os sexos; a falsidade o único fator de êxito nos litígios; as mulheres serão usadas como objeto de satisfação puramente sexual; a aparência externa será o único distintivo das diversas ordens de vida; a falta de honestidade, o meio universal de subsistência; a fraqueza a causa da dependência; a liberdade valerá como devoção; o homem que for rico será reputado puro; o consentimento mútuo substituirá o casamento; os ricos trajes constituirão a divindade; reinará o que for mais forte; o povo não podendo suportar os pesados ônus (o peso dos impostos) buscará refúgio nos vales. Assim, na idade de Kali (ferro) a decadência prosseguirá sem detença, até que a raça humana se aproxime do seu aniquilamento (Pralaia). Quando o fim da idade de Kali estiver perto, descerá sobre a Terra uma parte daquele Ser Divino que existe por sua própria natureza espiritual (Kalki Avatar); Ele restabelecerá a justiça sobre a Terra e as mentes que viverem até o fim da Kali Yuga serão despertadas e serão tão diáfanas como o cristal. Os homens assim transformados serão como sementes do verdadeiro homem (Eu Superior).”

Baguan Kelie! Atchim!

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Civilização Marcantoniana

Tudo começou quando o gênio inventivo de Albert Einstein, humilhado pelo seu repudiado rival Reed Richards, decidiu construir uma máquina do tempo para apagar o Homem Borracha da história. A máquina consistia no super sopro do Super Homem, ajudado pelo Homem Hora e pelo Doutor Meia-Noite. A história não explica direito esta parte; sabe-se apenas que o Super Homem na hora espirrou e o Homem Hora estava com o relógio atrasado: Einstein foi parar em outra realidade, na qual teve um filho com a versão feminina do gênio da lâmpada. Após, Einstein escolheu os três desejos que ficaram conhecidos como “As Três Nobres Vontades Einstânicas”. (Não foram encontrados documentos verossímeis sobre o fato. Especula-se que uma das vontades teria sido voltar para casa com a amada, haja vista o desaparecimento do casal.)
No planeta Colorido, a reprodução [de Einstein com sua esposa] ocorreu uma única vez. O indivíduo evoluiu rapidamente até a idade de 21 anos, passando a vagar sem destino pensando em não praticar esportes. Este ser solitário despertou a atenção da entidade cósmica Chocolactus, gigantesco ser de armadura marrom que estava preocupado com o avanço dos portugueses pelo litoral. Decidiu então colonizar aquelas terras, clonando inúmeras vezes aquele que viria a ser chamado de Marco O Clonado, ou simplesmente Platão da Terra Paralela.
No ano de 1614, uma embarcação portuguesa chegou até a costa da então vila de Nossa Senhora do Conhecimento Eterno, atual Cranius (capital do Império Marcantoniano). Os portugueses ficaram perplexos quando se depararam com aquelas criaturas estranhas: homenzinhos vestidos de advogado e segurando uma caneta com o punho fechado. Os relatos do pracinha português Manoel da Nóbrega refletem dificuldades de relacionamento com os habitantes: “Chegamos perto deles, oferecemos alguns adereços, nos chamaram de tolos e deram as costas.”
Aquela terra era muito desenvolvida: pontes metálicas, prédios enormes, vários teatros e museus, não havia campos de futebol e nem de concentração, não existiam metais preciosos e a alimentação vinha da inspiração e de pequenas palavras ricas em sabedoria que flutuavam no ar, isso antes do McDonald's ali se instalar.
Nem tudo era perfeito, o medo e a revolta brilhavam como luz no semblante de Marco O Maléfico, homem inescrupuloso que adorava falar por enigmas e ludibriar a população com seus discursos de palavras desconhecidas e sua famigerada Teoria do Silêncio.
Conhecendo melhor os marcantonianos:
Literatura: contribuíram imensamente na poesia com a publicação do livro “Passos ligeiros, ligeiros passos”.
Herói: O Senhor das Reflexões Humanas ou qualquer outro que não venha com o kit básico.
Religião: seguidores do livro sagrado com todos os ensinamentos, o Dicionário Aurélio.
Língua: poliglotas por natureza e adeptos da linguagem universal do pensamento.
Os pergaminhos antigos estão manchados com as duas grandes guerras do Planeta Colorido:
1ª Guerra Marcantoniana: no ano de 1693, o território foi invadido pelas esquadras da mercenária dos doze mares, Silmara Boca Que Não Cala, mulher terrível que queria levar os inóspitos habitantes para o mau caminho.
2ª Guerra Marcantoniana: entrou em choque com a vizinha civilização Carlaniana, mulheres que não falavam, eram muito magras, mas tiravam muitas notas 10. Os marcantonianos, após séculos de batalhas, conseguiram sobrepujar suas adversárias na famosa Batalha da Decoreba. Muitos livros foram perdidos para sempre. O período ficou conhecido como Armagedom ou Recuperação.
A civilização Marcantoniana conseguiu rapidamente reerguer-se. Anexou o território vizinho e outros povoados, graças à política expansionista de Marco O Visionário, auxiliado por Marco O Preguiçoso, inventor da rede de dormir. Houve um período designado Fase Aurífera do Império, com a criação do primeiro medidor de QI da história, e do primeiro código de leis, privilegiando os cidadãos que conseguem estudar sábado à noite.
O período passou e logo veio a Fase Negra. Os marcantonianos começaram a abusar dos escravos, pois estes tinham capacidade intelectual inferior, apesar de serem mais robustos (exceção feita aos carlanianos). A crueldade era tanta e tanto era que os escravos eram chicoteados em praça pública e chamados de mutantes, pois tinham o gene E alterado, resultando em pessoas desprezíveis que adoravam pagode e a cerveja do Reino da Bavária.
Nesta época surgiram alguns falsos profetas, como Marco O Vidente. Ele acreditava que Chocolactus viria dos céus para devorar tudo o que existe. A data do fim do planeta Colorido passou em branco e Marco O Vidente foi internado no asilo Arkham, junto ao Maníaco do Parque de Diversões, um cara que provocava vômitos na montanha russa e atropelava as pessoas com o carrinho de choque.
Muita corrupção veio à tona com o influente Marco Antonio Magalhães, político que mandava o sol embora para ninguém ver a sujeira, e Marco Antonio de Mello, político inveterado e inventor do gel. Mais ou menos nessa época, uma parcela significativa da população entrou em estado vegetativo devido à peste branca, doença que atacava os livros deixando-os sem palavras. Mais tarde, descobriu-se tratar-se do vírus Apagão, criado pelo pirata do vale do silício, o hacker Phill Gates, versão perversa do multibilionário de outra terra.
O golpe de misericórdia veio da tribo de selvagens conhecidos como Rogerius Serius, quando estes queimaram o Coliseu da capital Cranius com todos os testes e trabalhos dos marcantonianos. Os selvagens eram valorosos guerreiros letrados e recitavam versos machadianos antes de matar. Eram muito frios e olhavam tudo ao mesmo tempo com seus olhos cobertos com um poderoso e impenetrável óculos escuro.
(Esta narrativa épica foi soprada pelas musas aos ouvidos de um amigo da Terra Querida há dez anos, para celebrar um reencontro depois de longa data. É um dos meus amigos mais antigos e a única pessoa além de mim capaz de lembrar de determinados fatos e pessoas enterrados nas areias do Mar Grosso ou ocultos para sempre pelas brumas enfeitiçadas da bruxa Adriana. Por essa razão, doravante o chamarei “O Imemorial”. Estes fatos não constam das Memórias da Avó da Neta, que lhes emprestariam maior veracidade histórica. Não tenho notícias de que ela tenha andado por aquelas paragens à época.
Nota: 1) Este texto, em comemoração ao meu aniversário, também poderia ser intitulado “2 + 3”, pois foi postado 3 dias após o previsto. 2) Preferiu-se a grafia “marcantoniano”, mais moderna, em comparação com as variações “marcoantoniano” e “marco antoniano”. O restante foi adaptado conforme a atual ortografia da língua portuguesa.)

E=mc²

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Pedra-sabão levei

(Cláudio Roberto, Raul Seixas / versão: Filha Fofa da Palhoça)
Sonhei em ir pra Ouro Preto
Mas nem tudo foi perfeito
Por causa do dragão que tinha lá
Eu não consigo entrar mais
Nas igrejas tão iguais
Já tava até pensando em voltar
Na pensão toda quebrada,
Emy ficou toda gelada
Por causa de uma queda de luz
Oh coitada, sentiu medo,
Trem da mina tem segredo
Felipe teve que ir para o SUS
É tanto ouro que até o zoio dói
Aleijadinho é meu herói
Pedra-sabão levei
O pão de queijo não existe por aqui
E o Mineirão é logo ali
Tem a Denise pra vocês
É tanto ouro que até o zoio dói
Aleijadinho é meu herói
Pedra-sabão levei
Djessika Lentz também teve um piti
E a Janice veio aqui
Se converter de uma vez

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Amigo e companheiro

(Teddy Jauren, Tulio De Rose, Carlos Pedro)
Amigo
Companheiro de colégio
Hoje eu canto de alegria
Por de novo te encontrar
Nas férias, eu brincava todo dia
Mas no fundo o que eu queria
Era mesmo estar aqui
Uma pipa no céu todo azul
É tão linda de se ver
E brincar de boneca pra mim
Fez meu tempo não correr
Mas a escola é a luz
Que ilumina o caminho da gente
E é por isso amiguinho
Que hoje eu estou tão contente
Toda volta pra escola é assim
Tanta história pra contar
Todo mundo querendo se ver
Todo mundo querendo falar
A escola é a luz
Que ilumina o caminho da gente
E é por isso amiguinha
Que hoje eu estou tão contente

E o salário, ó!

quarta-feira, 15 de julho de 2009

O clã dos Francelino

Todo ano, por ocasião das festividades da data natalícia de minha mamadi Mamãe Oliveira, procuro fazer uma reflexão sobre a origem e importância do clã dos Francelino neste mundo. Nenhumas, claro. Certa feita, empenhei-me em árdua pesquisa, que me revelou as parcas informações agora trazidas à baila.
Fradique, Francelino, Francisco: significa "relativo aos franceses" e indica uma pessoa de caráter firme e audaz, mas que encontra problemas no relacionamento social porque quer que sua opinião sempre prevaleça.
Faz bastante sentido. São tudo gente teimosa e de gênio ruim.
Francelino - Diminutivo de Francélio.
Francélio - nome poético criado pelo escritor Bingre.
Fui atrás do tal Francélio e do tal Bingre, dos quais, ouso dizer, nunca tinha ouvido falar. Quase não há informações. Apurei que Francisco Joaquim Bingre era um poeta português dum movimento chamado Nova Arcádia (do qual nunca ouvi falar tampouco), nascido em 1763, na freguesia de S. Thomé de Canellas, bispado de Coimbra, Portugal, pois. Ele usava o pseudônimo de Francélio Vouguense. Segue o assento de baptismo do dito.
ASSENTO DE BAPTISMO
Aos dezesete dias do mêz de Julho de mil setecentos e sessenta e três, baptizei a Francisco Joaquim, filho legítimo de Manuel Fernandes e de Ana Maria Hibingre, da Pedregosa, desta frequezia de S. Thomé de Canellas, bispado de Coimbra; neto paterno de Manuel Frernandes, e de sua mulher, Joanna Dias, d'esta freguezia de Canellas e materno do capitão Gaspar Hibingre e de Maria Catharina Hibingre, da cidade de Viena d'Austria. Nasceu aos nove do dito mêz e anno. Foram padrinhos Francisco da Silva Martins e Maria, donzella, filha de Manuel João de Figueiredo, da mesma freguezia, e testimunhas o M. R. P. António da Trindade, e Domingos Dias Henriques: do que tudo fiz este assento, que assignei. Era ut supra. O cura José dos Santos Barbosa Carrancho - P. António da Trindade - Domingos Dias Henriques.
As datas me assombram. Se vivo fosse, Francélio teria completado na última quinta-feira 246 anos, certamente tomando caldo verde em alguma quinta da freguesia de Canelas. Percebi uma tênue ligação com a minha árvore genealógica. Afinal, Canela era a alcunha do meu pai, que assim se apresentava à sociedade da Laguna e cercanias: Geraldo de Oliveira, popular Canela. Mas ele não era um Francelino, apenas casou com uma. Ou, antes, fugiu. Antigamente as pessoas não casavam, fugiam.
Dando prosseguimento à minha pesquisa, encontrei uma frase de Bocage, poeta português tido como pornográfico, que menciona o tal Francélio:
"Ferve no audaz Francélio, e rompe os astros
Sacro delírio, destemida insânia."
Essa origem me agradaria mais, visto que os Francelinos são bem desbocados. Alguém de minha parentela certamente louvaria o quão grande "poeteiro" era o Bocage. Mas não faço a menor ideia do que seja o Francélio a que ele se referiu.
Diante de informações tão disparatadas, não entendi patavina. Sobre a origem do clã dos Francelino, nada. Deve ser como diz a tia Zeza: "São lá do meio do mato."

Eu nasci assim, eu cresci assim

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Recordar é viver

O Show do Milhão voltou. O No Limite está voltando. Jesus voltará. E a Dercy. Como diria o Silvio Santos, "aguardemmm".

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Fiquei pensando que...

- Será que eu e você somados formamos...
Será que a centelha habita em mim, porque ainda não tomei a primeira...
Será que encontrarei o...
Acho que não, porque não sou do tipo de...
Mudando de assunto, não esquece de falar com o sr. Weltzer sobre...
Não perca hoje à noite mais uma reviravolta no...
Beijos do...
- Meu Deus, ainda tô rindo. Tô toda dolorida de tanto...
Tinha certeza de quando você lesse essa parte do livro você...
Isso me dá uma puta de uma sensação de liberdade. Como é bom falar pela metade. Ah, que se lasque quem não entender. É mais um charminho nosso. Pena você não estar mais trabalhando aqui. Depois desse livro tenho certeza que nós...

Heein? Vitroola!